Você procura uma carta no catálogo e aparecem duas. Mesmo nome, mesma coleção, mesmo Pokémon. Uma custa R$ 147. A outra passa de R$ 3.700.
Não é erro. São cartas diferentes.

O que muda não é o Pokémon impresso — é como ele foi impresso. Uma mesma carta pode sair em várias versões dentro do mesmo set: a normal, a holográfica, a de arte alternativa, a que ocupa a carta inteira, a dourada.
Cada uma dessas versões tem tiragem própria. Algumas aparecem em um a cada poucos pacotes. Outras, em um a cada centenas.
O nome da carta diz qual Pokémon é. A variante diz quantas existem.

Por isso, quando alguém diz "tenho um Charizard dessa coleção", a informação está incompleta. Sem saber a variante, não dá para dizer se vale trinta reais ou três mil.
É a primeira coisa a conferir antes de comprar, vender ou trocar. Olhe o número da carta e a raridade impressa no canto inferior — é ali que a diferença aparece.
E se você já tem cartas cadastradas, vale a pena revisar. Muita gente descobre que tem uma variante mais rara do que imaginava.

